sábado, 9 de fevereiro de 2013

O outro lado do carnaval em Salvador - Parte 1

 
No carnaval do “você pode ser quem você quiser” (http://www.youtube.com/watch?v=OMH7em2RfrY) ainda há esperança.
Hoje comecei o meu dia com uma demonstração clara de que ainda existe uma cultura remanescente da contra-cultura do carnaval, em que se prevalece o entendimento de que existem coisas que não mudam. Fui brindado pela manhã com um casamento de uma amiga, que mesmo vivendo a 25 anos com seu companheiro e tendo um filho como fruto da sua relação decidiu se casar depois de tanto tempo. E por que ela decidiu se casar? Porque mesmo tendo tanto tempo ao lado e mesmo parecendo que os dois eram casados, ambos sabiam que nem tudo que parece ser, é. Parecer casado, viver como casado é diferente de ser casado e eles entenderam que precisam da benção do Senhor na união deles.
Logo pela tarde desembarquei no impacto de carnaval sal da terra (http://saldaterra.art.br). E por mais um ano estou doando o meu tempo para evangelizar estrangeiros. Infelizmente vemos pessoas que dizem que todos os caminhos levam a Deus e que para sermos salvos só precisamos fazer o bem ao nosso próximo. É engraçado ouvir de uma judia que a nossa consciência é mais importante do que a palavra de Deus. Engraçado porque a palavra de Deus nos fala que o nosso coração (nossa mente, nossa consciência) é enganosa e que devemos confiar em Deus e não em nosso coração. É engraçado ver pessoas se contradizendo em seus discursos pois falam em fazer o bem, mas criam exceções em dizer que se pode fazer o mal, quando a outra pessoa nos faz mal. Até uma criança sabe que fazer o mal é errado, não importa o que nos façam (E Jesus nos ensina muito bem a dor a nossa outra face quando nos atingissem).
Infelizmente muitos acreditam na regra que chamam de regra de ouro em que não devemos fazer o que nos odioso ao nosso próximo, ou seja, que não devemos matar porque não queremos ser mortos. Jesus veio para nos ensinar que devemos fazer pelo nosso próximo aquilo que gostaríamos que fizessem por nos, ou seja, que devemos amar porque queremos ser amados, que devemos resgatar as pessoas das trevas porque também gostaríamos de ser resgatados.
Não sei como está sendo o seu carnaval, mas no meu carnaval hoje o dia não começou com a carne falando mais alto, mas sim vendo pessoas tem a oportunidade de deixarem a festa da carne, a festa do pode tudo, a festa do tudo misturado, pelo festa do Espírito, em que pessoas são chamadas a não mais viverem no engano da carne, da mente humana, mas sim serem vivificadas em Cristo.
 
Você pode até não concordar comigo e dizer que o carnaval é uma festa muito boa, mas dizer que é uma festa com moralidade e decência é outra coisa. Enquanto houverem serem pensantes que entendam que não é com a nossa carne que devemos nos preocupar, mas com o nosso Espírito, ainda terei pique para ir as ruas declarar que Jesus é o Senhor dos Senhores.

Um comentário:

  1. Glória a Deus Gabriel!
    Irei acompanhar os relatos do Impacto por aqui e pelo Face, esse ano eu queria muuito participar, mas não estou preparado ainda. Mas trazendo essa experiência posso entender mais como funciona!
    P
    a
    z.

    Ramon Smith

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