quinta-feira, 28 de junho de 2012

Coração gelado, razão desequilibrada...


Coração Gelado, Razão Desequilibrada

Essa semana estive lendo os versículos de 1 a 8, da carta aos Hebreus:
 Portanto, deixemos os ensinos elementares a respeito de Cristo e avancemos para a maturidade, sem lançar novamente o fundamento do arrependimento de atos que conduzem à morte, da fé em Deus, da instrução a respeito de batismos, da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno. Assim faremos, se Deus o permitir. Ora para aqueles que uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo,  experimentaram a bondade da palavra de Deus e os poderes da era que há de vir, e caíram, é impossível que sejam reconduzidos ao arrependimento; pois para si mesmos estão crucificando de novo o Filho de Deus, sujeitando-o à desonra pública. Pois a terra que absorve a chuva, que cai freqüentemente e dá colheita proveitosa àqueles que a cultivam, recebe a bênção de Deus. Mas a terra que produz espinhos e ervas daninhas, é inútil e logo será amaldiçoada. Seu fim é ser queimada.
O livro de Hebreus foi escrito para pessoas que queriam se prender aos ensinos do Antigo Testamento, querendo retornar para o judaísmo ou então judaizar o evangelho. Hebreus também poderia ser chamado de livro das coisas melhores, já que diversas vezes o seu escritor usa os termos melhores e superiores.
Há um chamado claro em não nos prendermos na lei, mas sim confiarmos em Cristo. Há um chamado a perseverarmos nas nossas lutas, para que não sejamos condenados como o foram a geração rebelde dos israelitas no deserto.
Essa semana estive parando para pensar sobre a apostasia que temos enfrentado em nossos dias atuais e como ela é um ato ligado a nossa fé e razão, que conseqüentemente nos afasta do amor de Deus.
Segundo a definição do site Bíblia on line, a palavra “apostasia” significa “Ato de desviar-se ou afastar-se do relacionamento com Deus”. O dicionário Aurélio corrobora com tal definição:
Apostasia (do grego apostasia) — Substantivo feminino.
1. Separação ou deserção do corpo constituído (de uma instituição, de um partido, de uma corporação) ao qual se pertencia.
2. Abandono da fé de uma igreja, especialmente a cristã.
3. Abandono do estado religioso ou sacerdotal.
Durante muito tempo, sempre pensei que a apostasia seria um simples abandono da fé, em que as pessoas publicamente iriam negar a Deus. Porém tenho visto que a apostasia, tem se manifestado de uma maneira um pouco mais sutil em nosso meio. Temos vivido um tempo muito bem representado por uma história que li essa semana:
Dois homens estão sentados em um avião. Ao primeiro é dado um pára-quedas e é orientado a colocá-lo, pois, o pára-quedas melhoraria a qualidade do seu vôo. Ele fica um tanto cético no início porque não consegue ver como o fato de usar um pára-quedas em um avião poderia melhorar a qualidade de seu vôo. Depois de um certo tempo porém, ele decide experimentar para ver se o que lhe havia sido dito era mesmo verdade. Então, quando ele coloca o pára-quedas, ele nota o peso sobre seus ombros e descobre que tem dificuldade para sentar-se direito. Mesmo assim, não tira o pára-quedas de imediato, pois se consola com o fato de que lhe foi dito que o pára-quedas melhoraria o seu vôo. Assim, ele decide dar um tempinho para ver se a tal coisa funciona mesmo. Enquanto espera, percebe que alguns dos outros passageiros estão rindo dele, pelo fato de ele estar usando um pára-quedas em pleno vôo. Ele começa a sentir-se um tanto humilhado. Quando os outros passageiros começam a apontar e rir dele, ele não agüenta mais! Então, encolhe-se em sua poltrona e arranca o pára-quedas, jogando-o ao chão. Desilusão e amargura preenchem o seu coração, pois, pelo que parece, contaram-lhe uma mentira absurda!
O segundo homem também recebe um pára-quedas, mas escutem só o que lhe é dito: “Coloque este pára-quedas, pois a qualquer momento você terá que saltar deste avião e nós estamos a 25.000 pés de altura.” Ele fica muito agradecido e coloca logo o pára-quedas; Nem percebe o peso do objeto sobre seus ombros, muito menos se incomoda com o fato de que não consegue sentar-se direito, pois sua mente está ocupada (ou até mesmo consumida) pelo pensamento do que aconteceria se saltasse sem o pára-quedas.
Essa história me fez pensar em duas situações que tem sido comuns hoje em dia. A primeira é a situação de pessoas que procuram a Deus para melhorarem sua qualidade de vida. Procuram um guru, alguém que ensine a ter uma vida melhor e mais correta. Infelizmente essas pessoas acabam se desiludindo e amargurado, é a típica pessoa ferida.
A segunda pessoa é a que faz as coisas através do conhecimento, da maturidade, de que aquilo é o melhor, é o correto e por isso consegue lidar com as situações.
E qual é o ponto importante? É que existem muitas pessoas desiludidas e amarguradas e poucas pessoas que tomem decisões de maneira racional e equilibrada.
Vivemos um tempo em que realmente o coração das pessoas está se esfriando ("E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará". Mateus 24:12). E por que isso está acontecendo? Porque a nossa escolha as vezes é boa, fazemos o que é correto, mas a nossa motivação, o nosso combustível, não é o correto.
Neste livro nos vemos 6 pontos tidos como fundamentos do evangelho (versículos 1 a 3 do capítulo 6 de Hebreus): 1-o arrependimento, a negação da natureza humano e da rebeldia a Deus; 2- a fé em Deus, ligado a confiança em Cristo; 3- a instrução a respeito do batismo, ligado ao ato de morrer para o eu e ter uma nova vida em Cristo; 4- a imposição das mãos, que eu ligo a idéia de termos pessoas que orem por nos e sejam autoridade sobre as nossas vidas, nos curando e ministrando sobre as nossas vidas; 5. Ressurreição dos mortos, ao fato de que todos irão ressucitar no final dos tempos e 6-juízo eterno, ao julgamento em que muitos por negarem a graça da salvação e por persistirem no pecado serão condenados.
O ponto que me chama a atenção é como é forte a afirmação de Paulo nos versículos 4 a 6, deste capítulo em que ele diz que existem pessoas que sejam reconduzidas ao arrependimento pois essas estão crucificando para si mesmas, Cristo, ou seja, negando o sacrifício que foi feito pelas nossas vidas. Para quem não sabe, Cristo morreu na cruz para que todos, TODOS, TODOS MESMOS, pudéssemos ter direito a salvação.
A interpretação desses versículos é que ele fala sobre pessoas que passaram a seguir a Deus por motivos errados, pela base errada, ou seja, não estão seguindo verdadeiramente a Deus. São pessoas que vivem uma religião e esquecem de viver um relacionamento com Deus.
E qual a diferença? A diferença é que muitas vezes não agimos de maneira racional, nem muito menos com base na fé, mas tomamos uma decisão de seguir aquilo que parece ser mais conveniente. São pessoas que não abriram mão do pecado original; o da rebelião contra Deus, do desejo de querer conhecer o bem e o mal, de querer ser igual a Deus. São pessoas que são deuses dos seus próprios destinos.
Isso me fez pensar em pessoas que fazem coisas boas, que tomam decisões, que entregam sua vida para Cristo, mas se esquecem de viver, de serem regados (Mateus 13) e frutificarem.
Os versículos 7 e 8 reforçam essa idéia e nos contam uma parábola. Essa parábola fala de um terreno que foi cheio de água (recebeu muita água da chuva). Existem diferentes tipos de terrenos e cada terreno gera um tipo de vegetação. Dessa forma, só sabendo que foi cheio de água, não dá para saber qual seria a vegetação, os frutos que podem ser gerados em um terreno. A parábola nos fala de dois terrenos que recebem a mesma quantidade de água, porém um gera uma colheita proveitosa (erva proveitosa) – fruto que pode ser comido, que gera vida – e fala de outro terreno que gerou espinhos e ervas daninhas (abrolhos). Um terreno produz vida e o outro produz morte. Isso nos fala de dois tipos de pessoas que temos hoje em dia, as que recebem o chamado de Deus e por isso recebem a vida e outras que negam, que rebelam esse chamado, gerando morte em suas vidas.
Como remédio, como resultado de tudo que falamos podemos ler que nos versículos 9 a 12, o escritor esperava coisas melhores, como trabalho, amor, serviço, diligência e certeza da salvação, fé, paciência e o fato de recebermos a herança das promessas de Deus em nossas vidas. Fala das coisas do reino de Deus, que não são comida, nem bebida, mas paz,justiça e alegria no Espírito Santo (Romanos 14:17).
Que verdadeiramente possamos viver no amor, no verdadeiro sentido de entendermos que Deus nos amou e por isso nos o amamos e decidimos segui-lo. Que o nosso coração esteja aquecido e que a nossa razão esteja equilibrada.


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Quando uma lágrima escorre no rosto

Hoje de manhã quando fazia minha leitura diária da bíblia, algo interessante veio na minha mente. Passei por uma passagem da bíblia que sempre me toca profundamente:
Ouça, ó Israel: O Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças. Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar. Amarre-as como um sinal nos braços e prenda-as na testa. Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões (Dt 6:4-9).
Após ler essa passagem, uma pequena lágrima escorreu de um dos meus olhos. Para quem me conhece sabe que eu tenho dificuldade em chorar. E sempre digo em alto e bom som, que a maior experiência que tenho com Deus é a de chorar em Sua presença.

Pois bem, ao ler esses primeiros capítulos do livro de Deuteronômio, pude me ver igualzinho ao povo de Israel. Sou bom em conhecer, em lembrar e aplicar as leis, assim como também sou ótimo em me esquecer e não fazer o que é certo. Às vezes me vejo esquecido do que é mais importante, e que não é ser um repdrutor de leis e mandamentos.

Até hoje às pessoas acreditam que a nossa justiça é fruto dos nossas ações, do que fazemos. Isso é um grande erro e esse tipo de pensamento nos faz esquecer do bem mais precioso que recebemos de Deus: o amor.
O plano de Deus sempre foi que o nosso foco e a nossa atenção estivesse no amor. A ideia é que as nossas conversas, a nossa motivação, os nossos desejos e sonhos todos estivessem envoltos pela beleza do amor. Mas nessa manhã pude me ver como o povo de Israel, reclamando da minha situação, tentando pensar em algo que fiz de errado ou no que eu preciso fazer para mudar a minha situação, quando o que Deus quer que eu simplesmente o ame e confie N´Ele.
Nessa manhã enquanto uma lagrima caia do meu olho, pude me lembrar que em todas as partes do meu corpo e da minha mente, que em todos meus sonhos e desejos, o amor deve ser a essência de tudo que vivo, respiro e me alimento.
Obrigado Deus, por mais um dia me lembrar de qual é o verdadeiro motivo de viver e existir: o de amar e ser amado.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Bendita laranja!!!


Bendita laranja!!
Na semana passada pensei bastante em cima de uma situação. Enquanto descascava uma laranja acabei cortando meu dedo. Não preciso nem dizer que não foi nem a primeira, nem a última vez que me corto. A questão é que isso me fez pensar no porque de continuar fazendo algo que eu sei que pode me ferir. Costumo dizer que tenho um jeito bem peculiar de cortar a laranja, o que faz com que a minha possibilidade de me cortar se torne ainda maior. Me lembro de certas épocas em que, através dos conselhos dos outros costumava colocar pasta de dente e enrolar meu dedo com papel higiênico (velhos tempos em que a ignorância me dominava). 

O fato é que sempre gostei de laranja porque ela sempre me ajudou a lidar com a gripe, seja na prevenção ou na recuperação. Para não parecer que estou viajando pesado na minha reflexão, isso me fez pensar sobre a minha motivação de vida. 

Costumo dizer que a nossa motivação pode se basear no medo ou no temor. Diferentemente do que muitas pessoas pensam, temor não é somente sinônimo de medo. Medo, como todos sabem, segundo o dicionário é o estado emocional resultante da consciência de perigo ou ameaça. Já temor, diferentemente do seu significado que também pode ser de medo, pode estar ligado a idéia de um sentimento ou de um ato respeitoso.

Eu sei que talvez para você possa parecer que estou tentando “forçar a barra”, para diferenciar medo de temor, mas a minha idéia é usar essas duas palavras para mostrar sobre como nosso motivação pode ser baseada no medo ou no respeito, em um sentimento. 

A bíblia nos fala que o amor verdadeiro não está ligado ao medo, pois o medo está diretamente ligado ao castigo (1 Jo 4:18). Estando o medo ligado ao castigo, agimos através de atos racionais, buscando apenas fugir das ameaças e dos perigos, para que não sejamos “punidos”. Apartir dessa idéia eu jamais iria cortar uma laranja, pois teria medo de me cortar. Já pela idéia de temor, agiríamos motivados pelo sentimento ou pelo respeito, os quais eu vou ligar ao amor (e o amor é um sentimento), a coisas maiores do que estamos vendo. Dessa forma, eu continuo descascando laranja, já que sei que isso vai me trazer benefícios muitos maiores do que o risco de me cortar. Bem foi dito pelo Ap. Rina em uma pregação hoje de manhã; "Quem ama a rosa, suporta os espinhos". Isso contextualizado ao que eu estou escrevendo sgnifica que mesmo com riscos e ameças, vale a pena pagar o preço de vivermos pelo sentimento do amor.

Eu sei que meus pensamentos podem parecer meras divagações, mas a questão é que em nossas vidas devemos escolher correr o risco, ou simplesmente fugir do risco. Sempre me lembro de situações em que compartilho que o meu noivado foi pulando de pára-quedas, o que faz com que a maioria das pessoas me perguntem se eu não tive medo dos riscos. A essa pergunta eu sempre dou a mesma resposta, vivemos em um mundo de riscos, pulando de para-quedas estando na rua, até mesmo estando dormindo, podemos passar por situações ruins. Devemos então decidir o nosso combustível diário, se a nossa motivação é viver pelo medo ou viver pelo amor, pelas coisas maiores do que nos mesmos.

Decidi viver motivado pelo amor e você?

sábado, 16 de junho de 2012

Amar é não ter medo


Add capt
Dando continuidade aos textos anteriores, espero que você tenha entendido que Amar é uma decisão e que para se tomar essa decisão é necessário se pagar um preço. Mas não basta apenas se calcular o preço e as consequências que esse preço irá causa na sua vida, mas é necessário não ter medo de se entrar dentro de um relacionamento.

Há 6 anos atrás quando comecei o meu namoro com Lorena, não tinha a menor idéia em qual terreno eu estava entrando. Achava que entrar em um relacionamento era necessário apenas dizer o que você acha, pensa e gosta, ouvir o que a pessoa acha, pensa e gosta e se chegar a um denominador em comum. Descobri a duras penas que relacionamento não é um calculo racional, mas sim o ato de se permitir a perder o medo e se permitir invadir e ser invadido por novos sentimentos.

A bíblia, nos fala de maneira poderosa que Deus é amor (1 Jo 4:9) e nos fala ainda que se não amamos o nosso irmão que vemos, como poderemos amar Deus, já que não o vemos (1 Jo 4:22). Deus claramente nos fala do seu plano em nos permitir amar e sermos amados. O problema é que o amor é uma semente que só pode ser germinada através do fruto que vem de Deus. O fruto do amor vindo de Deus é perfeito e por isso não pode trazer consigo nenhum resquício da imperfeição humana. Dessa forma, o evangelista João, muito bem nos adverte, que o verdadeiro amor lança fora todo o medo (1 Jo 4:18).

O medo precisa ser lançado fora, pois temos uma tendência de acharmos que aquilo que não dá certo, que não dá a tal da “liga” que tantas pessoas buscam, é uma punição, uma demonstração de que não há um plano divino naquele amor. Isso é um engano, pois o amor é fruto de um processo, em que a pessoa perde o medo, para ganhar o amor. Perde-se uma característica da razão e  da emoção humana, para se permitir ser presenteado por um atributo divino.

Tentei usar equações, formulas, regras e até testes para fazer o meu namoro dar certo. Percebi que somente apartir do dia em que sentei com minha digníssima e “abri o jogo” com ela, que verdadeiramente comecei a me permitir entrar dentro de um relacionamento. Abri mão do meu racionalismo, ainda mais intensificado depois da viagem “as Europa”, para me permitir entrar na zona cinzenta e nebulosa do desconhecido, que é um relacionamento verdadeiro. Posso testemunhar que durante um bom tempo me orgulhei de nunca ter tido nenhuma discussão com Lorena, mas percebi que as discussões exercem um papel importante de apararmos as “arestas” e alinharmos o nosso caminho dentro do plano de se tornar um só.

Talvez a maior dificuldade das pessoas é que elas pensem no relacionamento sobre o seu ponto de vista, sob como elas idealizam, esperam, aceitam e até mesmo sonham em como as coisas devem acontecer. Na verdade se relacionar é perder, abrir mão, daquilo que se tem, pensa e se entende, para se alinhar com alguém, para que juntos realizem o maior milagre que Deus pode operar, o de duas pessoas se tornarem um só.

Você pode até me dizer que estou lidando com idéias utópicas e impossíveis, mas o que eu tenho a lhe dizer é que se relacionar é um processo de crescimento diário, em que primeiramente se decidi amar, se paga o preço de amar e se perde o medo de amar, para que através da mágica do amor, aquilo que são 2, se tornem um só.É se deixar desabrochar, mesmo sabendo que assim como uma flor, isso te levará a ter perdas e a não saber o que irá acontecer. A única coisa que posso dizer para vocês é que estou nesse processo e que eu escolhi amar, pagar o preço e tenho buscado abrir mão do medo, que quer me impedir de viver a plenitude do amor.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Amar é pagar o preço


Add captio
Digo e repito em alto bom som: Amar é uma decisão. Amar não é apenas decidir, mas o ato de amar vem através de uma simples decisão, que as pessoas complicam tanto. Há mai de 6 anos eu tomei a decisão de amar, só que na verdade eu esperava que através dessa decisão um mar de flores se abriria pelo meu caminho. Ledo engano.

Na bíblia, tem uma passagem muito forte que diz: O verdadeiro amor lança fora todo o medo, pois o medo traz consigo o sentimento de castigo. Aquele que tem medo, não está aperfeiçoado no amor (1 Jo 4:18). Essa passagem fala do amor de Deus em relação ao homem. Para a grande maioria isso seria um amor utópico ou um ideal que nunca será alcançado, mas para mim é um exemplo de como devemos amar e de que forma fomos criados para amar.

Como contei no último texto, depois de um bom tempo e de alguns atos de covardia, decidi ligar para a minha amada e pedir a ela para orarmos juntos sobre a possibilidade de iniciarmos um relacionamento. Eu achei que era só ligar e pronto, o resto seria feito de uma maneira divina, ou que me seria dado um script para que eu seguisse cada etapa de maneira regrada e muito bem dirigida. Mas essa não foi a minha realidade. Quanto tomei a decisão, ainda havia muita confusão em minha mente (no meu coração), meus sentimentos não estavam claros, a minha vontade não estava definida e eu não sei bem em que terreno estava entrando. De maneira bem resumida eu tinha medo e muito medo mesmo.

Eu tinha medo das coisas não saíssem como eu gostaria. Tinha medo de dar errado. Tinha medo de entrar dentro de uma zona de desconforto, em que não saberia lidar, nem controlar os meus sentimentos, desejos e vontades. Pois bem, diante da minha confusão, Lorena fez o que toda mulher entende o que é correto fazer, fez jogo duro comigo. Isso aumentou ainda mais as minhas dúvidas, pois eu não sabia bem se ela queria se relacionar comigo ou não.

Aí entra um ponto que é muito importante, o de que AMAR É PAGAR O PREÇO. Sempre uso a mesma ilustração, mas não tenho como fugir dela, a de que quando entramos no supermercado temos vários itens para escolher, um às vezes é mais caro, o outro mais em conta e o outro bem mais barato. Escolher o mais caro, significa ter o item com o melhor gosto, mas também significa ter que tirar algum item da lista, seja uma verdura, uma fruta ou até mesmo um doce. Comprar o mais em conta é manter um equilíbrio, não precisar alterar nada. Já comprar o mais barato é às vezes ter o item de menor qualidade, mas que vai lhe permitir comprar um item a mais que não estava na sua lista. Isso é um ato de escolha, em que se deve escolher e estar bem ciente do preço que se está pagando.

Amar não é somente decidir, mas sim pagar o preço. Uma prova disso é que eu e Lorena ficamos 6 meses nos conhecendo e após esse período, eu tomei a decisão de quebrar todo o medo e resolvi pagar o preço de entrar em um relacionamento. Vi e ainda vejo que valeu a pena, em um final de tarde, na praia de Villas do Atlantico, não mais me preocupar com as consequências, com os problemas com o medo, mas sim de forma tão simples e mágica, decidi embarcar na nau do ato de amar e ser amado.

É por isso que eu lhe digo, não espere que algo aconteça, que Deus desça do seu e diga que ele aprova o seu relacionamento ou muito menos que algo cinematográfico acontece. A decisão é tão somente sua. Pagar o preço é um ato individual, que nos permite viver segundo o plano de Deus de nos aperfeiçoarmos no amor.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Amar é uma decisão



Hoje fui desafiado por uma pessoa a escrever um texto.Missão dada é missão cumprida. Ao ler o artigo que a pessoa pediu para escrever o texto (http://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/quer-saber-se-o-namoro-vai-dar-certo-180058703.html), não entendi bem sobre o que a pessoa gostaria que eu escrevesse, mas decidi então aproveitar os meus recém completados 6 anos do começo do namoro, com minha esposa linda, para contar meu testemunho do nosso relacionamento.

O artigo em questão fala sobre uma pesquisa feita em chineses à base de ressonâncias magnéticas, em que de 12 casais, após 2 anos, apenas 6 continuam juntos e dos 6 casais que terminaram o relacionamento, ao verem a foto do seu ex-companheiro(a), a região do cérebro ligadas a julgamentos e a estima constaram manifestações negativas.

Mas do que nunca, tenho descoberto que amar não é algo que se descubra ou que se ache nas esquinas da vida, mas é sim uma DECISÃO. Uma coisa que me chama bastante atenção na bíblia, é que algumas vezes, a bíblia utiliza a palavra coração, quando na verdade o sentindo da palavra está diretamente ligado a nossa mente. Uma passagem que demonstra muito bem essa situação é a que diz: “Pois onde estiver o seu tesouro, aí estará o seu coração” (Mt 6:21). Essa passagem foi dita no sermão do monte, e nesse capítulo especificamente Jesus fala sobre como devemos ajudar os necessitados, como devemos orar e jejuar e entra em relação aos tesouros do céu. Ela fala que a nossa mente não deve estar focada na cobiça e na avareza em  acumular dinheiro, mas sim que devemos ter a nossa mente focada em acumular tesouros no céu.
Isso me faz pensar que o foco da nossa mente, onde estão os nossos desejos, sentimentos e emoções interferem diretamente sobre as nossas escolhas. E como amar é uma decisão, trata-se de um ato racional em se focar a vivência em um relacionamento. Isso é extremamente importante para o meu testemunho do inicio do namoro.

Há 7 anos atrás o meu foco e a minha mente estava na minha ambição em fazer a diferença em me tornar alguém de destaque e que exercesse influência sobre multidões. Minha mente estava mais preocupada com minha imagem, em não mostrar as minhas fraquezas, em não me permitir ter nada que me gerasse uma preocupação extra. Dessa forma, quando há 7 anos atrás surgiu um boato entre eu e Lorena, a minha atitude foi bem simples e bem covarde, não dar motivo nenhum para que o boato permanecesse. Dessa forma me afastei e cortei todo o vínculo existente com Lorena. Após 1 ano, a minha mente e meu foco mudaram. Percebi que a minha mente estava apenas em realizar a minha vontade, em viver uma vida egoística, sozinho e isolado. Eu simplesmente tinha medo de sair da minha zona de conforto e entrar em algo novo para mim.
Resolvi então no dia 15/11/2005 ligar para Lorena, para primeiramente pedir perdão pela minha atitude e em segundo lugar pedir a ela que pudéssemos orar juntos para iniciarmos um namoro. Esse meu ato foi o passo inicial da decisão de ter a minha mente focada em AMAR e ser AMADO. 

Em se tratando de relacionamentos, os mesmos são baseados em trocas, renuncias e a grande maioria das pessoas simplesmente querem as coisas sobre a forma que acreditam, planejam e pensam e por isso a maioria dos relacionamentos não dão certo. Ao invés de abrirmos o nosso coração, fechamo-nos dentro daquilo que a nossa mente está focada. Tentarei depois contar o resto do meu testemunho de namoro, mas o mais importante é compartilhar com você que está lendo essas linhas, que AMAR É UMA DECISÂO e para isso você precisa DECIDIR abrir mão do que você quer, pensa e almeja, para vivenciar coisas novas.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Convite a Balada


O que é uma balada?

 Antigamente (antes da maioria de nos nascermos) falar em balada era falar em arranjos para poesias. Na época dos nossos pais falar em balada era falar em festas com músicas lentas. E hoje, o que é uma balada? A melhor definição que consegui encontrar para o que é uma balada é  de ser uma etapa importante na vida dos jovens. É na balada que podemos descarregar todo o nosso cansaço da rotina do dia a dia, é na balada que podemos tirar os nossos mantos de tristezas e se vestir de alegria. É um momento de descontração e diversão em que passamos a nos sentir normais em um mundo que nos leva a ser anormais.

É na balada que pulamos, dançamos, gritamos, festejamos, percebendo que dentro de nós existe algo que nos chama a festejarmos. É oportunidade de mostrarmos alegria e curtimos momentos únicos, de conhecermos novas pessoas, nos deixando levar por algo maior do que nós mesmos.

E o melhor de tudo?

Na verdadeira balada não há ressaca, ressentimento, dor, vergonha, lamentação, nem efeito colateral.

E de que balada estou falando?

Da Balada do Rei.

E o que é a Balada do Rei?

É um evento tradicional da Igreja Bola de Neve, com muito som, seja música eletrônica, rock e o nosso indispensável reggae.

Irá acontecer no dia 09/06 às 22hs, na Av. Octávio Mangabeira, 2457, Jardim dos Namorados, Pituba, ao lado da boate Maddre, em Salvador, Bahia, com Nengo Vieira (Reegae), Primícias Roots (Reggae), Mc Faster (Soul/Rap), pista de dança e participação especial da banda Se7e Chaves (Rock).

Se você pensa, que a nossa balada é assim:






O engano é todo seu. E temos como lhe provar isso:







Não perca essa oportunidade de vir curtir essa balada conosco. Chame seu amigo, parente, vizinho, colega e até quem você não conhece e entre nessa vibe ao grito de CaiaBabilon.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Fotos da Balada do Rei




O que é uma balada?


Antigamente (antes da maioria de nos nascermos) falar em balada era falar em arranjos para poesias. Na época dos nossos pais falar em balada era falar em festas com músicas lentas. E hoje, o que é uma balada? A melhor definição que consegui encontrar para o que é uma balada é  de ser uma etapa importante na vida dos jovens. É na balada que podemos descarregar todo o nosso cansaço da rotina do dia a dia, é na balada que podemos tirar os nossos mantos de tristezas e se vestir de alegria. É um momento de descontração e diversão em que passamos a nos sentir normais em um mundo que nos leva a ser anormais.

É na balada que pulamos, dançamos, gritamos, festejamos, percebendo que dentro de nós existe algo que nos chama a festejarmos. É oportunidade de mostrarmos alegria e curtimos momentos únicos, de conhecermos novas pessoas, nos deixando levar por algo maior do que nós mesmos.

E o melhor de tudo?

Na verdadeira balada não há ressaca, ressentimento, dor, vergonha, lamentação, nem efeito colateral.

E de que balada estou falando?

Da Balada do Rei.

E o que é a Balada do Rei?

É um evento tradicional da Igreja Bola de Neve, com muito som, seja música eletrônica, rock e o nosso indispensável reggae.

Irá acontecer no dia 09/06 às 22hs, na Av. Octávio Mangabeira, 2457, Jardim dos Namorados, Pituba, ao lado da boate Maddre, em Salvador, Bahia, com Nengo Vieira (Reegae), Primícias Roots (Reggae), Mc Faster (Soul/Rap), pista de dança e participação especial da banda Se7e Chaves (Rock).

Se você pensa, que a nossa balada é assim:






O engano é todo seu. E temos como lhe provar isso:




 

 

Não perca essa oportunidade de vir curtir essa balada conosco. Chame seu amigo, parente, vizinho, colega e até quem você não conhece e entre nessa vibe ao grito de CaiaBabilon.





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