quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A outra face do carnaval - Parte 4





Para muitos ontem foi o último dia da festa, mas para mim é o inicio da verdadeira festa. Durante todos esses dias mais de 1.000 pessoas (levo em conta o Espiritual, Projeto Impacto e Sal da Terra) estiveram trabalhando durante o carnaval para permitir que pessoas possam ter verdadeiramente o que festejar. Segundo os dados apresentados, algo em torno de 3.000 pessoas em 2012 levantaram suas mãos, declaram publicamente e oficializaram sua decisão, preenchendo uma ficha, com desejo de que Cristo venha reinar em suas vidas.

Se formos pensar que durante o carnaval, algo em torno de 2 milhões de pessoas, passam pela folia, veríamos que o nosso alcance é de apenas 0,0015%. Pode parecer um alcance pequeno, mas você já pensou o que motiva uma pessoa ir para a festa do carnaval? Ontem assisti a uma entrevista de um historiador que contava que desde a carnivalia (http://www.brasilescola.com/carnaval/historia-do-carnaval.htm) na Itália, a festa sempre esteve relacionada a bebida, mulheres e ao sexo. Coisas como turismo sexual, utilização desenfreada de álcool e drogas, depravação sexual, violência, prostituição, entre outros males, se torna ainda mais aberto durante a festa momesca. E eu me atrevo a afirmar que é exatamente isso que a maioria esmagadora vai para o carnaval exatamente buscar os deleites da carne. E você acha que essas pessoas estão com o coração aberto para Deus?

E o que nos motiva ir ao carnaval? Com bem disse Geovanni (o líder do evangelismo para estrangeiros) é o amor às vidas que estão se perdendo no carnaval (http://www.carnaval.ba.gov.br/noticias/carnaval-do-pelo-tambem-tem-bloco-evangelico/).

Há algum tempo atrás, em um treinamento de evangelismo, fui confrontado sobre qual seria a minha resposta sobre qual é a esperança que tenho em minha vida. Admito que naquele momento eu não tinha nenhuma resposta preparada e não consegui pensar em algo que me fosse convincente. O interessante é que Pedro nos diz que sempre devemos estar preparados para responder a esperança que há em nos e eu admito que percebi que não estava preparado para responder a essa pergunta.

Conversando com algumas pessoas e depois de tantos anos trabalhando em impacto de carnaval percebi que esse trabalha não é para todos, até porque poucos querem renunciar algumas coisas e pagar o preço de fazer parte deste projeto. Lidar com as espumas, com o perfume dos filhos de gandhi, com as pistolas de água das muquiranas, lidar com bêbados, com o cheiro de mijo, com a sujeira e cheiro das ruas, lidar com o cansaço e com a dificuldade de evangelizar pessoas que não querem ser evangelizadas, são coisas que fazem parte do pacote. Mas também pudera, pois quem está na chuva é para se molhar. Pagamos e pagaríamos o preço de novo, pois gerar a vida em meio ao local de morte é um milagre. Tenho certeza que todas as pessoas que participam deste projeto, mesmo que o motivo fosse resgatar uma única vida, saíram satisfeitas e com o sentimento de dever cumprido.

O grupo É o tchan a algum tempo tornou famosa uma música que em uma parte dizia que depois de 9 meses nos veríamos o resultado. O resultado que se vê depois de 9 meses é a consequência de ter segurado o tchan, mas poderíamos fazer um paralelo com o resultado pós carnaval. Algumas pessoas até dizem que o resultado da festa nos só veremos daqui a algum tempo, mas a verdade é que as consequências da festa são mais instantâneas do que imaginamos. Filhos foram gerados, que nem irão nascer, serão abandonados ou criados sem pai. Pessoas morrerão sem se arrepender dos seus pecados. Pessoas acordaram de ressaca decepcionadas, desiludidas com a realidade de que tudo que viveram foi falso. Pessoas que não tem mais esperança e fé de que possam mudar de vida...

O ponto importante é que para muitos o carnaval foi o inicio de uma nova história, onde pessoas encontraram a Cristo, foram até a sua cruz e receberam redenção e vida. No primeiro texto que escrevi pedi que pessoas orassem por quem estivesse indo para festa e termino pedindo que você ore pedindo por misericórdia por todos aqueles que lançaram péssimas sementes durante a festa e que por isso colherão frutos ainda piores. A grande questão é que enquanto há vida há esperança e assim como Cristo mudou a minha história pode mudar a história de outras pessoas, mas entendo e creio que precisamos renunciar nosso comodismo para alcançarmos aqueles que ainda não foram alcançados, seja em uma festa, seja na nossa casa, família ou onde for.


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A outra face do carnaval - Parte 3

Mais um dia no carnaval e por mais que passemos nos mesmos lugares e reencontremos várias pessoas dos dias anteriores, tudo é muito estranho para nos. Ontem, minha irmã me perguntou pela manhã se eu sai no carnaval com a “roupinha” (acho que ela não quis chamar de abadá) que ela tinha visto. Para completar, me interfonaram dizendo que o rapaz que tinha ido comprar o abadá, estava lá embaixo me esperando, o que prontamente respondi que estavam falando com a pessoa errada. Isso me fez pensar em algo interessante, o fato de que sim, nos vestimos como foliões, que sim, estamos no meio do carnaval, mas não, não somos foliões e não, não fazemos parte do carnaval.
A verdade é que muitas pessoas não recebem bem o nosso grupo no carnaval e nos também não nos sentimos parte do carnaval. Em nosso percurso, se tornou comum pessoas criticarem o fato dos “crentes” estarem na festa e outros reclamam dizendo que nosso lugar não é ali. Somado a isso uma parte da mídia faz questão de omitir nossa presença e ontem pude ver que principalmente os canais televisivos divulgam a presença de todos os grupos, mas “esquecem” sempre do sal da terra. Mesmo assim não somente passamos pelas ruas do carnaval, mas vemos os foliões nos recebendo e participando conosco, seja louvando a Deus ou declarando conosco que Jesus Reina e que Paz, nos só temos em Jesus (Paz só em Jesus é o tema desse ano do sal da terra).
Eu até conversava com um amigo que por mais que esteja participando pelo quarto ano do impacto de carnaval, não há como me acostumar em ver cenas que só é possível ver durante a festa do carnaval. Até porque acredito que a realidade não é algo que se acostuma, mas algo que se enfrenta. Lidar com pessoas bêbadas, drogados, pessoas sem um pingo de moralidade, ver devassidão, são coisas que para o carnaval são normais, mas para nos não. Vivemos no mundo, mas não há como aceitarmos a realidade desse mundo (por isso talvez muitos tenham dificuldade de lidarem com a realidade, já que não a aceitam).
Trabalhamos contra a cultura de cultuarmos a nossa carne durante o carnaval, contra a cultura de uma festa que é regada por muito sexo e álcool e entramos com uma contra-cultura da carne, levando às pessoas a receberem o Reino de Deus em suas vidas. Para você pode até parecer um exagero da minha parte, podemos ver essa cultura da carne em temas de desfile, como o tema que a mocidade alegre escolheu (http://g1.globo.com/sao-paulo/carnaval/2013/noticia/2013/02/mocidade-alegre-tenta-bicampeonato-com-bom-humor-e-convite-tentacao.html). A cada ano que se passa não só a moralidade é jogada na lata de lixo, mas tenta-se subverter-se os valores e verdades universais que temos em nossa humanidade. Essa escola trouxe ideias como a de que devemos morder a maça (devemos nos entregar a toda tentação da carne) e ideias como a de que o céu na verdade é para os pecadores. Eu poderia até falar sobre como no carnaval de Salvador existe um estimulo e incentivo ao consumo desenfreado de álcool (até porque os maiores patrocinadores são cervejarias), incentivo a depravação, onde deve-se fazer de tudo com todo mundo, seja homem ou mulher e de tantas outras coisas, mas não irei falar sobre isso.
Ontem conversava com uma pessoa e ela me dizia que não existiam verdades absolutas e que por isso não podíamos afirmar nada com certeza. Se você parar e analisar a frase dessa pessoa você pode constatar que a própria frase é falsa em si mesma, pois para aquele homem dizer que não se tem certeza de nada é algo que para ele é uma certeza (o que contradiz a ideia central) e como ele diz que não se pode ter certeza, ele não pode ter certeza de nada. Mostrei então que através da moralidade, Deus implantou dentro de nos um senso do que é certo e errado e sobre como em todas as partes do mundo existem coisas que são universais, como matar, roubar, adulterar, mentir são coisas erradas em qualquer lugar do mundo, ou seja, são verdades absolutas.
Tentam colocar em nossa cabeça a todo custo uma mentira, que como bem disse um amigo meu chegar a ser uma burrice (ele me disse que era muito suave dizer que é ignorância e realmente é). Uma coisa eu posso garantir a você que me lê que assim como o povo diz, a mentira tem perna curta, ou seja, não dura muito tempo e esse engano trazido pelo secularismo, pela celebração da carne é algo que com um mínimo de consciência ou de reflexão gera uma repulsa imediata a tudo o que a festa envolve. Porém, contrariamente a essa idéia vemos que não somente possuímos fé no que cremos, na essência do Cristianismo, mas também possuímos fideismo, pois o testemunho que relataram tudo o que Jesus fez não só continua vivo e imutável até hoje, mas também foi defendido mesmo quando se matou as pessoas que conheceram a verdade. E o lhe termino lhe perguntando, quem morreria defendendo algo mentiroso ou falso?
É por isso que continuo na minha jornada, levando às pessoas a usarem não só a fé, pois muitas pessoas no carnaval possuem fé, mas precisam usar a sua razão para verem o quanto elas necessitam de Cristo e necessitam do seu sangue derramado e da redenção que recebemos através da ressurreição de Cristo, o qual irá voltar para nos buscar e nos levar para a terra prometida, o céu, até porque não dá para se sentir parte deste mundo.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A outra face do carnaval - Parte 2.2


Dando continuidade ao texto que escrevi podemos lembrar que o carnaval é um excelente negócio, mas decidi ter a ousadia de afirmar algo: falta autenticidade ao carnaval. Vê-se uma alegria, mas percebe-se que a mesma não é verdadeira.

Tenta-se resgatar o que se chama de raiz do carnaval, tenta se criar novas opções, pois perceberam que falta algo diferente, falta uma pimenta na festa. Coisas como blocos sem corda, afrodromo, invencionices e modismos são coisas que todos os anos são lançadas para se tentar ter uma mistura onde se consiga ter uma pimenta diferente.

Fora isso percebe-se uma disputa de pessoas que querem aparecer, seja querendo ser maior do que é (http://diversao.terra.com.br/carnaval/salvador/atriz-da-globo-e-dona-de-camarote-se-desentendem-em-salvador,96799e31c26cc310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html#tarticle), confusões e desentendimentos por quem quer mais destaque (http://g1.globo.com/sao-paulo/carnaval/2013/noticia/2013/02/andressa-urach-se-envolve-em-polemica-no-desfile-da-tom-maior.html) e por pessoas que a todo custo tentam caprichar na “carcaça” para ver se “arrasam” (http://carnaval.uol.com.br/2013/noticias/redacao/2013/02/08/depois-de-colocar-3-litros-de-silicone-boing-boing-lamenta-ausencia-no-carnaval.htm). Parece até julgamento, mas percebemos que anos após anos os fatos se repetem. Percebo que a cada ano que passa a frase: é tudo meu graças ao meu cirurgião e ao meu dinheiro estão se tornando normais. Siliconadas, popozudas, globais e outras, se tornam coadjuvantes, na desesperada tentativa de mostrar o que o povo quer ver, ou acha que quer.
 
Tive a oportunidade de perguntar a uma pessoa se ele via alguma diferença do local onde tinhamos apresentações e dos outros lugares no carnaval e obtive a resposta que a alegria que ele via no rosto das pessoas e do fato de se ter crianças, pessoas da melhor idade e se ter pessoas diferentes, todas juntas pelo objetivo de falar sobre o amor de Deus, era algo que o havia impactado.

Durante a noite, em plena Praça da Sé, em Salvador pude ver que a característica daquilo que é autentico é a simplicidade que o acompanha. Ver um show de reggae roots com Nengo vieira, me provou que o problema não é o que se toca, mas como se toca. Percebi que quem está no palco querendo ou não rege o seu público. Pude ver que mesmo com toda aquela história que dizem que quando há reggae há maconha e briga é tudo história.

Percebi que grande parte da culpa de termos uma festa “devassa” (acho que a marca da cerveja adoraria que o carnaval fosse chamado de devasso) tem muito mais haver com seus regentes do que com os foliões. É fato que todos possuem um discurso de harmonia, paz a amor, mas percebe-se que na prática rege-se a idéia de que deve-se beijar todo mundo, que o negócio é sair dando para todo mundo e depois querem que no meio da muvuca, não aconteça brigas.

Realmente fui impacto mais uma vez pelo testemunho de Nengo, falando que o carnaval é a festa da carne, mas que precisamos cuidar do nosso Espírito porque um dia a festa da carne termina e que independete do seu “dread lock”, hoje Ele tem sua vida mudada e transformada por Jesus.

Dessa forma tenho como dizer que autencidade é algo que só tem como ser extraído da essência de Deus, até porque o tal cheirinho da vovó, o ziriguidum e o dançantion, mesmo lhe dando algum momento de prazer não vai lhe dar o que temos de mais importante: NOSSA SALVAÇÃO.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

O outro lado do carnaval - Parte 2.1

Diz Gilberto Gil que o carnaval é a festa do diabo que deus abençoou (http://diversao.terra.com.br/carnaval/salvador/carnaval-e-invencao-do-diabo-que-deus-abencoou-diz-gilberto-gil,de10bb4db47bc310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html). Uma coisa eu consigo entender: o fato e o motivo que satanás abençoaria (ou amaldiçoaria se você preferir) o carnaval, mas porque Deus se meteria no carnaval, essa é uma resposta que eu não consigo encontrar resposta, até porque para mim não há nenhuma resposta que possa ser dada.
Hoje, em pleno Domingo, juntei-me a irmãos de diferentes igrejas e denominações com um único motivo: a declaramos que Jesus reina em nossas vidas e que Ele reina sobre nossa cidade. Andando pelas ruas da ondina consigo perceber uma coisa: o carnaval é um excelente negócio. Vejo camarotes dos mais variados tamanhos e com estruturas milionárias, todos cheios de patrocinadores e de pessoas que investem neles, já que é um negócio altamente rentável. Querendo ou não todos fazemos parte do carnaval, já que grande parte do investimento vem dos nossos impostos pagos e do fato de investirmos em empresas que investem no carnaval (que o digam os bancos, que ganham muito dinheiro com taxas e investem no que para eles é melhor).
A igreja então já há muitos noa se posiciona no sentido de dizer que não faz parte desta festa e sai orando e louvando a Deus, pedindo perdão pelo que está sendo feito em nossa cidade. Vemos pessoas de ressaca, pessoas que dormem jogadas no chão como animais, sentimos o cheiro de mijo por todo canto e vemos a beleza da criação de Deus como palco de uma festa que dizem ser a melhor do mundo, que traz felicidade, mas que no outro dia só traz ressaca. Não há como negar que o ritmo é envolvente e que não há como ser atraído pelos trios que passam, mas não há como negar o resultado do final da festa: a percepção de que tudo aquilo foi um engano, foi como usar uma droga e depois de passar o efeito, ter que lidar com algo muito duro: a REALIDADE. Até portais da internet estão dedicando parte das suas páginas para mostrar algo que para muitos é oculto: http://diversao.terra.com.br/carnaval/salvador/veja-flagras-de-brigas-e-confusoes-do-carnaval-de-salvador,3a3b51e8a08bc310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html .
Infelizmente poucas pessoas conseguem ter visão de reino e talvez até torçam por fazer um carnaval “gospel”, outro negócio que seria um excelente negócio e que até o diabo poderia aproveitar para enganar a muitos. Hoje descobri uma coisa, não importa quem está tocando, não importa quem está presente, a única coisa que importa é a motivação que temos em renunciarmos a muitas coisas e pagarmos o preço de gerarmos transformação sobre a nossa cidade (é uma loucura ter pessoas que como eu que investem dinheiro e tempo para evangelizarem e levarem o amor de Deus para outros).
Comemos do corpo, proclamando que fazemos parte do corpo de Cristo e que juntos somos uma família com Ele e tomamos suco de uva, declarando que através do sangue de Jesus alcançamos perdão e assim alcançamos a salvação, que vale mais do que qualquer ingresso para qualquer camarote.
Não importa o que você esteja fazendo agora, mas se estiver me lendo, aproveite alguns minutos do seu tempo para orar por Salvador e pela festa maldita da carne, para que nossa cidade seja liberta da escravidão da suposta felicidade momentânea e para que possamos ter uma alegria eterna, a alegria de sermos salvos.
Deus não abençoou o carnaval, mas ele abençoa a minha e a sua vida, para gerarmos uma contra-cultura contra esta festa, mostrando quem é o verdadeiro dono dela e de como precisamos nos posicionar como igreja para fazermos a festa do Espírito na nossa cidade.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

O outro lado do carnaval em Salvador - Parte 1

 
No carnaval do “você pode ser quem você quiser” (http://www.youtube.com/watch?v=OMH7em2RfrY) ainda há esperança.
Hoje comecei o meu dia com uma demonstração clara de que ainda existe uma cultura remanescente da contra-cultura do carnaval, em que se prevalece o entendimento de que existem coisas que não mudam. Fui brindado pela manhã com um casamento de uma amiga, que mesmo vivendo a 25 anos com seu companheiro e tendo um filho como fruto da sua relação decidiu se casar depois de tanto tempo. E por que ela decidiu se casar? Porque mesmo tendo tanto tempo ao lado e mesmo parecendo que os dois eram casados, ambos sabiam que nem tudo que parece ser, é. Parecer casado, viver como casado é diferente de ser casado e eles entenderam que precisam da benção do Senhor na união deles.
Logo pela tarde desembarquei no impacto de carnaval sal da terra (http://saldaterra.art.br). E por mais um ano estou doando o meu tempo para evangelizar estrangeiros. Infelizmente vemos pessoas que dizem que todos os caminhos levam a Deus e que para sermos salvos só precisamos fazer o bem ao nosso próximo. É engraçado ouvir de uma judia que a nossa consciência é mais importante do que a palavra de Deus. Engraçado porque a palavra de Deus nos fala que o nosso coração (nossa mente, nossa consciência) é enganosa e que devemos confiar em Deus e não em nosso coração. É engraçado ver pessoas se contradizendo em seus discursos pois falam em fazer o bem, mas criam exceções em dizer que se pode fazer o mal, quando a outra pessoa nos faz mal. Até uma criança sabe que fazer o mal é errado, não importa o que nos façam (E Jesus nos ensina muito bem a dor a nossa outra face quando nos atingissem).
Infelizmente muitos acreditam na regra que chamam de regra de ouro em que não devemos fazer o que nos odioso ao nosso próximo, ou seja, que não devemos matar porque não queremos ser mortos. Jesus veio para nos ensinar que devemos fazer pelo nosso próximo aquilo que gostaríamos que fizessem por nos, ou seja, que devemos amar porque queremos ser amados, que devemos resgatar as pessoas das trevas porque também gostaríamos de ser resgatados.
Não sei como está sendo o seu carnaval, mas no meu carnaval hoje o dia não começou com a carne falando mais alto, mas sim vendo pessoas tem a oportunidade de deixarem a festa da carne, a festa do pode tudo, a festa do tudo misturado, pelo festa do Espírito, em que pessoas são chamadas a não mais viverem no engano da carne, da mente humana, mas sim serem vivificadas em Cristo.
 
Você pode até não concordar comigo e dizer que o carnaval é uma festa muito boa, mas dizer que é uma festa com moralidade e decência é outra coisa. Enquanto houverem serem pensantes que entendam que não é com a nossa carne que devemos nos preocupar, mas com o nosso Espírito, ainda terei pique para ir as ruas declarar que Jesus é o Senhor dos Senhores.