Nossa jornada continua agora com um destino diferente: Côte
D’Azur. E para nossa jornada acabamos fazendo uma viagem de TGV.
O TGV é o trem bala da SNCF, empresa férrea da França.
Infelizmente no Brasil, pela própria perseguição sofrida pelo Barão de Mauá,
não possuímos uma boa linha Férrea para transporte de passageiros e comércio.
Amanhecemos cedo e fomos calorosamente recebidos pela
família Pimentel, que faz parte da nossa família.
O clima e a paisagem agora é totalmente diferente. Estamos
em uma área litoral, com praias, belas paisagens e passagens lindíssimas.
Realmente este é o lugar onde imergimos na cultura francesa.
Minha prima é casada com um francês e tem um família francês, então para mim
foi uma oportunidade única de conversar sobre a cultura, política, gastronomia
e tantas outras coisas.
A França, está sobre uma gestão socialista e assim como no
Brasil, está passando por uma recessão, claro que em proporções e situação
diferente. É como o Michel bem disse, infelizmente corrupção nos temos em todo
o lugar.
Passamos pela French Ville, pela Promenade des Anglais, nas
praias particulares de Nice, bem como nos deliciamos com os Macarrones
(sobremesa francesa), Tarte aux pommes (Torta de Maça), Fraisins aux Glace
(Morango ao creme), além de refeições maravilhosas como Risotte de riz aux
champgion, Confit de Cannard e coisas do tipo que só Maria Creix sabe fazer com
tanto gosto. É claro tivemos a degustação de queijos.
Próximas paradas: Cannes e Milão.
Essa manhã acordei com um pensamento muito profundo, o de
que não precisamos desprezar nosso necessidade de recomeçar.
No inicio deste ano, aprendi que não devemos jamais
desprezar os pequenos começos. Devemos entender que existem processos, os quais
passam por várias etapas até se chegar onde se espera ou onde se quer.
Porém alheio aos pequenos começos, muitas vezes precisamos
nos dar o direito de recomeçarmos, de nos permitirmos voltar pelo caminho que
passamos e reavermos “bagagens”, que ficaram para trás.
Me lembrei de como meu pai sempre compartilha comigo como as
suas viagens para Europa sempre foram em momentos em que ele precisa sair para
pensar ou lidar com situações ou fatos da vida.
Enfim, posso dizer que em minha vida, cada viagem que fiz para
cá, me surpreendeu com experiências, ensinamentos e me deu oportunidade para
ver, pensar e sentir coisas, que não permiti em minha casa.
Voilà, c’est tout por ajourd´hui.
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