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| Bendita laranja!! |
O fato é que sempre gostei de
laranja porque ela sempre me ajudou a lidar com a gripe, seja na prevenção ou
na recuperação. Para não parecer que estou viajando pesado na minha reflexão, isso
me fez pensar sobre a minha motivação de vida.
Costumo dizer que a nossa
motivação pode se basear no medo ou no temor. Diferentemente do que muitas
pessoas pensam, temor não é somente sinônimo de medo. Medo, como todos sabem,
segundo o dicionário é o estado emocional resultante da consciência de perigo
ou ameaça. Já temor, diferentemente do seu significado que também pode ser de
medo, pode estar ligado a idéia de um sentimento ou de um ato respeitoso.
Eu sei que talvez para você possa
parecer que estou tentando “forçar a barra”, para diferenciar medo de temor,
mas a minha idéia é usar essas duas palavras para mostrar sobre como nosso
motivação pode ser baseada no medo ou no respeito, em um sentimento.
A bíblia nos fala que o amor
verdadeiro não está ligado ao medo, pois o medo está diretamente ligado ao
castigo (1 Jo 4:18). Estando o medo ligado ao castigo, agimos através de atos
racionais, buscando apenas fugir das ameaças e dos perigos, para que não
sejamos “punidos”. Apartir dessa idéia eu jamais iria cortar uma laranja, pois
teria medo de me cortar. Já pela idéia de temor, agiríamos motivados pelo
sentimento ou pelo respeito, os quais eu vou ligar ao amor (e o amor é um
sentimento), a coisas maiores do que estamos vendo. Dessa forma, eu continuo
descascando laranja, já que sei que isso vai me trazer benefícios muitos
maiores do que o risco de me cortar. Bem foi dito pelo Ap. Rina em uma pregação hoje de manhã; "Quem ama a rosa, suporta os espinhos". Isso contextualizado ao que eu estou escrevendo sgnifica que mesmo com riscos e ameças, vale a pena pagar o preço de vivermos pelo sentimento do amor.
Eu sei que meus pensamentos podem
parecer meras divagações, mas a questão é que em nossas vidas devemos escolher
correr o risco, ou simplesmente fugir do risco. Sempre me lembro de situações
em que compartilho que o meu noivado foi pulando de pára-quedas, o que faz com
que a maioria das pessoas me perguntem se eu não tive medo dos riscos. A essa
pergunta eu sempre dou a mesma resposta, vivemos em um mundo de riscos, pulando
de para-quedas estando na rua, até mesmo estando dormindo, podemos passar por
situações ruins. Devemos então decidir o nosso combustível diário, se a nossa
motivação é viver pelo medo ou viver pelo amor, pelas coisas maiores do que nos
mesmos.
Decidi viver motivado pelo amor e
você?

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