segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
Mais servos e menos senhores
Nos últimos três dias eu estive “apanhando” feio do meu computador. No primeiro e segundo dia, ele simplesmente não queria iniciar o Windows e no terceiro dia, ele só me dizia a mensagem de DISK BOOT FAILURE. Resolvi então fazer a única coisa que sei fazer quando meu computador quebra: repetir insistentemente a retirada do cabo flat, da memória e resetar o boot. Por incrível que pareça, eu repito isso infinita vezes até que ele volte a pegar e o pior de tudo é que ele sempre acaba voltando a funcionar. É claro que eu não quero usar esse texto para ensinar a como consertar o seu computar, mas essa situação me fez pensar bastante nos dias que vivemos hoje em dia.
A palavra de Deus, no livro de Genesis, no capítulo 1, versículo 26, fala: “Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão”. Sabemos que Deus não é um ser material, físico, carnal, como nos somos e por isso, devemos entender que sermos feito a imagem e semelhança significa que Deus ao criar o homem o fez segundo os atributos e a essência do que Ele é. Sempre entendi melhor essa passagem, ao conseguir compreender que Deus é espírito e que Ele colocou o seu espírito sobre nos, ao realizar o sopro de vida, na vida de Adão. Além disso, algumas pessoas afirmam que tudo o que está ligado à nossa alma, é algo que é um atributo pertencente a Deus. Dessa forma, nossos sentimentos, emoções, sensações, entre tantas outras coisas, seriam fatores que nos assemelhariam a Deus. Não quero me aprofundar muito sobre esse tema, pois meu único objetivo é chegar a conclusão de que Deus sendo o criador, fez a sua criação segundo a sua imagem e semelhança e por isso somos reflexos do nosso criador.
Através dessa conclusão posso chegar à minha reflexão sobre como nos temos feito o mundo segundo à nossa imagem e semelhança. Deus nos criou para sermos dominadores, porém como temos feito as coisas segundo o que somos, temos sido dominados por todas as coisas. Somos dominados pela mídia, pelas tecnologias, pela rotina, pelas nossas “necessidades”, pelo “padrão” de conduta do mundo e pelos princípios que chamarei de princípios seculares. É interessante que por mais que se cumpra a profecia de Daniel, que o saber se multiplicaria (Dn 12:4), esse saber não tem tornado a nossa vida mais simples, nem muito menos mais fácil de se viver. Muito pelo contrário, vivemos dias difíceis, em que tudo é muito complexo e difícil de se entender. Complicamos tudo e transformamos o que era fácil em algo difícil. Vivemos dias baseados no lema de Chicó (da obra auto da compadecida) em que simplesmente repetimos: “Não sei explicar, só sei que é assim”. Dores, tribulações, brigas, contendas, confusões, dissensões, raiva, inveja, prostituição, disputas, entre outras coisas, não representam nada mais do que a imagem e a semelhança do que o homem de hoje em dia tem sido.
Isso é muito bem entendido porque quando uma criatura resolve fazer o papel de criador, coisa boa é que não poderia dar. A questão é que precisamos tomar uma posição, precisamos lutar contra essa realidade e fazer com que as coisas retornem a essência, ao padrão de como deveria ser. Devemos nos voltar ao nosso criador e isso fará com que a nossa vida se torne mais fácil e simples como deveria ser. A única solução então é que deixemos de ser senhores e tornemos a voltar a ser servos. Deixemos de ser senhores da nossa vida, senhores do nosso destino, senhores das nossas decisões, senhores de tudo e passemos a ser servos; e ser servo é ser alguém que tem a sua vida para servir; e servir a Deus; e servindo a Deus, nos colocaremos na posição de criaturas e basearemos tudo o que somos e possuímos, no nosso Senhor e dessa forma voltaremos a sermos a imagem e semelhança do que Deus é.
Precisamos deixar de sermos a imagem e semelhança do que a nossa carne é, para voltarmos a ser a imagem e semelhança do que Deus é. Sejamos então mais servos e menos senhores. Que paremos de ser dominados por tudo o que está ao nosso redor e que voltemos a sermos dominadores, daquilo que Deus criou para se sujeitar a nos e não para que nós nos sujeitássemos a elas. Literalmente posso dizer, que o nosso HD (Disco rígido, do computador, que armazena os dados) está com defeito e por isso precisamos resetá-lo, com tudo o que possui segundo a imagem e semelhança do homem, para que coloquemos nele os princípios do reino, feito segundo a imagem e semelhança de Deus.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Quando devemos olhar para o alto e não para o lado
Há algumas semanas fui perguntado por Nei, um personal de trainer, do clube de corrida (o clube de corrida também é cultura), se eu me lembrava da história de um homem, que mesmo sendo velho, era jovem. Eu disse que não lembrava, mas como ele me deu a dica que estava no livro de Josué, eu pude achar essa passagem e ser extremamente edificado por esse homem, que decidiu olhar o alto e não para o lado e por isso foi inteiramente fiel ao Senhor.
Essa história é contada no livro de Josué, no capítulo 14, dos versículos 7 a 15:
“Eu tinha quarenta anos quando Moisés, servo do Senhor, enviou-me de Cades-Barnéia para espionar a terra. Eu lhe dei um relatório digno de confiança,
mas os meus irmãos israelitas que foram comigo fizeram o povo desanimar-se de medo. Eu, porém, fui inteiramente fiel ao Senhor, ao meu Deus.
Por isso naquele dia Moisés me jurou: ‘Certamente a terra em que você pisou será uma herança perpétua para você e para os seus descendentes, porquanto você foi inteiramente fiel ao Senhor, ao meu Deus’.
"Pois bem, o Senhor manteve-me vivo, como prometeu. E foi há quarenta e cinco anos que ele disse isso a Moisés, quando Israel caminhava pelo deserto. Por isso aqui estou hoje, com oitenta e cinco anos de idade!
Ainda estou tão forte como no dia em que Moisés me enviou; tenho agora tanto vigor para ir à guerra como naquela época.
Dê-me, pois, a região montanhosa que naquela ocasião o Senhor me prometeu. Na época, você ficou sabendo que os enaquins lá viviam com suas cidades grandes e fortificadas; mas, se o Senhor estiver comigo, eu os expulsarei de lá, como ele prometeu".
Então Josué abençoou Calebe, filho de Jefoné, e lhe deu Hebrom por herança.
Por isso, até hoje, Hebrom pertence aos descendentes de Calebe, filho do quenezeu Jefoné, pois ele foi inteiramente fiel ao Senhor, ao Deus de Israel.
Hebrom era chamada Quiriate-Arba, em homenagem a Arba, o maior dos enaquins. E a terra teve descanso da guerra. “
A vida de Calebe, nos mostra como ele foi fiel ao Senhor e sobre como, ele recebeu a promessa dada por Deus na sua vida. Calebe soube esperar. A vida é como se fosse uma corrida. Ontem quando eu estava com meu personal trainer, Marcelo Serejo, ele me falou algo que me fez pensar muito. Ele me falou o seguinte, Gabriel, o seu condicionamento não está bom, então não dá para você gastar todas as suas energias correndo, porque senão você não vai conseguir terminar a corrida. Ele me disse que 90% das pessoas gastam mais energias do que deveriam e por isso acabam fazendo um trecho menor do que deveriam e que eu então deveria fazer um trote, bem leve, para que pudesse correr todo o trecho. O mais interessante é que inacreditavelmente eu consegui terminar toda a caminhada, algo que eu não teria conseguido caso tivesse corrido como normalmente eu corro.
Esse foi o segredo de Calebe, ele soube esperar, ele soube correr durante a vida, de tal maneira, que ele não deixou de receber aquilo que Deus preparou para ele. Se ele não tivesse a força e o vigor necessário, ele jamais conseguiria conquistar o terreno que lhe pertencia. Além disso, ele sabia que não devia olhar para os lados, mas sim para o alto.
O problema é que quando olhamos para os lados, passamos a basear a nossa vida, nas pessoas que estão ao nosso lado. É por isso, que um ex-diretor da globo, em uma entrevista recente disse que as pessoas gostam de programar como big brother, pois elas conseguem ver a vida de outras pessoas e ver como as pessoas reagem em cada situação, o que nos dá a possibilidade de refletir e pensar como deveríamos agir em nossas vidas. Gostamos de ver como os outros agem, para apartir do exemplo dos outros, basearmos as nossas decisões. O problema é que quando os nossos exemplos e as pessoas que estão ao nosso lado, não seguem os princípios de Deus, nos esquecemos de buscar em Deus como devemos agir e o que devemos fazer em cada escolha das nossas. O Salmo, de capítulo 1, versículo 1, nos mostra sobre como é feliz aquele que não se baseia nos homens:
“Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores!”
O salmo fala que não devemos andar na roda dos escarnecedores. E por que não devemos nos sentar na roda dos escarnecedores? Normalmente pensamos que é pelo fato de que eles são pecadores e não devemos nos misturar com pecadores. Mas não é essa a resposta correta a essa pergunta. Até porque talvez nesse momento você esteja sentando ao lado de um pecador.
Não devemos nos sentar na roda dos escarnecedores, pois ou nos tornaremos um escarnecedor, ou seremos conhecidos como tal. Um bom exemplo disso é quando andamos com pessoas que fazem brincadeiras de duplo sentido. Ou passamos a reproduzir o que está em nosso meio, ou passamos a ser conhecidos como uma pessoa que anda, com pessoas que só falam besteira.
É claro que não existe na bíblia a história de que: “Me diga com quem andas e eu te direi quem és” e que muito menos que “filho de peixe, peixinho é”, mas é um fato que somos influenciados pelas pessoas que estão ao nosso redor, além do que temos uma tendência muito grande de reproduzirmos as atitudes das pessoas que estão ao nosso redor.
Calebe independente de ter 85 anos, se sentia como um jovem e isso o ajudou a ir além do que a sua idade permitia. Calebe sentia vigor e o vigor lhe trouxe a força necessária para CONQUISTAR, o que precisava ser conquistado. Ele sabia que a conquista não viria pela sua força, mas pela força de Deus em sua vida.
Precisamos aprender que estamos em uma batalha, em uma corrida e que precisamos aprender a dar o nosso melhor, além do que precisamos saber que não estamos sozinhos, que existem pessoas para nos ajudar, assim como Deus, que nunca vai nos abandonar. Não iremos fazer nada disso sozinhos, mas Deus e as pessoas que estão ao nosso redor contribuirão para o nosso êxito.
Precisamos então ter fé e crer que teremos a vitória, independente das circunstâncias ou das dificuldades. Não importa o que digam ou o que falem, continuarem lutando. Dessa forma, teremos força para “carregarmos a nossa cruz diariamente. É por isso que Jesus disse no evangelho de Lucas, no capítulo 9, versículo 23:
“Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me”.
Devemos então ter uma postura de humildade, negando a nos mesmos, tomando a nossa cruz diariamente, seguindo a Jesus Cristo. Existe um ministério chamado nova vida, que traz consigo um lema: “só por hoje não vou pecar” e através desse lema, eu decidi assumir um desafio de me olhar no espelho pela manhã e repetir esse lema e dizer que só por aquele dia, não serei impaciente, orgulhoso, preconceituoso, auto-suficiente, entre tantas outras coisas. Não me lembro de fazer isso todos os dias, mas quando faço isso, consigo iniciar o meu dia com as armas necessárias para vencer a minha batalha de cada dia e ir até a cruz de Cristo, onde encontro a força necessário para que não sejam as minhas atitudes, mas sim as atitudes de Cristo em minha vida. Foi por isso que Paulo nos advertiu na carta aos Filipenses capítulo 3, versículos 12 a 14 que devemos prosseguir buscando o alvo de Deus para nossas vidas:
Não que eu já tenha obtido tudo isso ou tenha sido aperfeiçoado, mas prossigo para alcançá-lo, pois para isso também fui alcançado por Cristo Jesus.
Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante,
prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.
Uma coisa eu sei, quero permanecer inteiramente fiel ao Senhor, como Calebe, para que possa continuar com o mesmo vigor e a mesma força todos os dias, para que possa receber tudo aquilo que o Senhor tem para minha vida.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Ingenuidade ou inocência? A história de como aprendi através de um altista.
Eu costumo dizer que existe uma grande diferença entre as palavras inocente e ingênuo. Sempre atrelo a idéia da inocência, como algo desprovido de consciência. Algo que se faz, que devido a uma pureza, independente do que se faça, o ato não traz consigo nada malicioso ou grosseiro. O exemplo sempre é o da criança, que mesmo quando xinga, ou dança o “na boquinha da garrafa” (eu sei que as crianças hoje em dia nem sabem que música é essa, mas foi a única que lembrei no momento), por serem puras, não trazem consigo nenhum tipo de sujeira ou algo negativo nesses atos (e é claro que não estou defendendo a idéia de que crianças devam fazer isso). Já ingenuidade, eu costumo ter como algo que se devia ou se poderia ter consciência, mas que por algum motivo não se tem. O exemplo que eu sempre penso é o de se estar numa roda de pessoas com brincadeiras de “duplo sentido”, em que por algum motivo não se tem ou não se quer ter a percepção da sujeira ou grosseira existente nas brincadeiras. Conceituações e divergências sobre o meu ponto de vista a parte, gostaria de tratar do assunto que me levou a escrever sobre isso. Porém antes, terei que contar a história de Henrique.
Henrique é um rapaz da cidade de Seabra, na Bahia. Não sei como explicar, a não ser através da lógica de “Chicó”, não sei como chegou, mas sei que foi parar no Bola de Neve. Conversei com ele, que me contou algumas coisas e eu o pedi para retornar no culto da noite para ver o que eu poderia fazer por ele. Ao final do culto da noite, eu chamei uma médica que vai no bola e pedi para ele conversar com ele, para ver se tinha algo nele que ele ainda não tinha falado. Ficou-se então constado que ele possui algum tipo de transtorno mental e pelo fato de não estar tomando o remédio. Pelos remédios, não houve como se saber qual seria o transtorno, porém eu acredito que ele tinha Altismo.
Acabei o convencendo de que a melhor coisa a se fazer seria ele voltar para casa e que a única forma de ajudar ele seria levando ele na rodoviária e comprando uma passagem para ele voltar para casa. Ele então aceitou a minha oferta de ajuda. Quando fui comprar a passagem um grande milagre aconteceu. Não consigo ainda acreditar e nem imaginar que algo do tipo poderia acontecer, porém são situações como essa que me fazem entender, o que Paulo quis dizer a igreja de Efeso, que Deus pode fazer mais do que podemos pedir ou pensar. Ao momento que comprei a passagem, primeiro tive que convencer o atendente do guichê a me vender a passagem, já que ele já tinha fechado as vendas e ao perceber que a pessoa que estava comprando a passagem também ia para Seabra, resolvi então perguntar se ele poderia me ajudar com Henrique. A ajuda seria ele se sentar ao lado dele e o ajudar a descer em Seabra, já que o ônibus não a tinha como destino final, e sim apenas como uma das paradas. De uma forma inacreditável, esse homem aceitou o meu pedido e se comprometeu a fazer com que ele pudesse descer no local desejado. Só posso dizer que só Deu é capaz de fazer algo do tipo.
Porém, esse acontecido serviu de pano de fundo para eu refletir sobre minha vida. Como? Me fez pensar em como eu sou ingênuo. É fato que Henrique é inocente, quando fui conversar com ele pela última vez, ele admitiu que algumas coisas que ele tinha falado não eram verdade, ele chegou até a dizer: “99% do que eu disse é verdade” e eu o perguntei, o que seria então o 1% restante e ele logo me disse: “O 1% foi desespero para conseguir ajuda”. Tentei o convencer de que ele havia mentido, mas consegui sentir uma pureza em sua vida, que não me permitia julgar.
A questão é que mais uma vez na minha vida, eu me baseei na minha analise perfiológica, nos meus pontos de vista, na aparência e no achismo, para pensar que o único problema que ele teria seria o de matutagem (ser matuto em excesso). Até me alertaram que ele possui algum tipo de transtorno, mas eu simplesmente todo cheio de razão, não quis aceitar, nem pensar nessa possibilidade. Eu simples não quis acreditar no óbvio e não consegui perceber que ele possui um tipo de transtorno mental. Não é a primeira vez que faço isso e sempre me lembro do caso de Jon. Jon foi um estrangeiro que participou do Monday evening (projeto de estudo bíblico em inglês), em que sempre tive ele como um “santo” e que como fiquei assustado, ao momento em que ele passou a compartilhar e a testemunhas das suas falhas e defeitos. Tanto Jon como Henrique, foram pessoas que quis ver como me era mais conveniente ou como eu queria ver. A questão é que eu sou uma pessoa consciente e que tenho consciência dos meus atos (as vezes sou até racional demais). Por isso preciso aprender com a vida e a não mais me basear no que eu acho, mas a aprender a ter humildade o suficiente para ver as coisas como elas são. Que o Senhor possa me ajudar nessa jornada.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Grito dos estigmatizados – Parte 1
A algum tempo tenho parado para pensar na dor que sentem as pessoas estigmatizadas. Segundo o dicionário uma pessoa estigmatizada é aquela que traz no corpo algum estigma (marca, sinal, cicatriz, entre outros) ou que é criticada, censurada ou acusada publicamente.
Mas por que então se preocupar com os estigmatizados? Simplesmente porque vivemos em uma sociedade, em que não somos mais conhecidos pelos nossos nomes, pelas nossas qualidades, mas sim pelos nossos estigmas. Temos dificuldade de lembrarmos o nome de uma pessoa, mas nos lembramos facilmente do fulano de tal que pagou o maior “mico” ou da cicrana de tal que caiu da escada. Somos a sociedade de diversos cicranos, cicranas, fulanos e fulanas. Não somos mais conhecidos pelo fato de sermos José, Maria ou João, mas sim por determinadas doenças que temos ou por fatos que nos levem a ser censurados ou criticados.
É muito comum censurarmos o fato de demorar algo em torno de 15 minutos para uma pessoa de cadeira de rodas entrar no ônibus. E eu principalmente quando estou atrasado para algo, sou um dos primeiros a censura-los. Mas a pergunta que me vem na cabeça é: que culpa um cadeirante tem do mecanismo durar tanto tempo para que ele possa pegar um ônibus?
Há um tempo atrás eu fui procurar a pessoa que eu tinha emprestado a minha bíblia e a resposta que recebi prontamente foi que a irmã que caiu da escada estava com ela. Inocentemente eu decidi então perguntar o nome da irmã que caiu da escada e a resposta que obtive foi a de que era um absurdo eu não me lembrar da minha irmã que caiu da escada.
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