quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dias dos namorados 12/06/2011

Sinceramente não vejo nada de especial no dia dos namorados. Para mim foi mais um dia criado para se fomentar o comércio. Porém, até como uma forma de não me esquecer de datas importantes, foi no dia dos namorados que eu e Lorena começamos a namorar. Esse ano fizemos 5 anos de namoro (até porque depois que se casa, não se deixa de namorar).
Como uma forma de comemorar essa data importante fomos almoçar no Di Liana. Depois de enfrentar uma espera de 30 minutos na fila fomos brindados com um Risotte di mare e um tres paste fantásticos. É o tipo de restaurante que você só vai uma vez no ano, mais vale a pena.



Com toda a correria que temos até hoje, acabamos não comemorando 6 meses de casados, 1 e 2 meses no nosso apartamento entre outras comemorações.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Existem males que vem para o bem


Depois de hoje estou pensando seriamente em começar uma série de artigos baseados em provérbios populares.  Depois de usar o provérbio “Vão-se os anéis, ficam-se os dedos”, hoje me sinto obrigado a escrever baseado no provérbio “Existem males que vem para o bem”.
Na verdade eu já deveria ter escrito esse texto porque no inicio do ano, eu tive a triste noticia de que não poderia me formar nesse semestre por conta de um choque de matéria entre Dir. Proc. Do Trabalho II e Prática Jurídica. Eu tentei fazer tudo o que estava dentro das minhas possibilidades para conseguir me formar (convenci toda uma turma a mudar o horário da aula, convenci os dois professores a cursar as duas matérias no mesmo horário, dentro outras coisas), mas não obtive êxito.  Acontece que no dia D, quando tive a triste noticia, o meu professor, usado por Deus me disse exatamente esse provérbio que “Existem males que vem para o nosso bem”(Por mais que às vezes ache que não há sentido em acreditar que pode haver alguem bem em eu não me formar nesse semestre).
Não que queira fugir do assunto, mais eu consegui ver um paralelo disso com a passagem de João 9:1-3 que diz: “Ao passar, Jesus viu um cego de nascença. Seus discípulos lhe perguntaram: "Mestre, quem pecou: este homem ou seus pais, para que ele nascesse cego? "Disse Jesus: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele”.
A questão é que Deus queria usar a doença do homem cego para manifestar as suas obras. Acontece que na última sexta-feira (03/06), o meu carro foi encontrado pela policia e nesta segunda-feira (06/06) depois de muita burocracia eu pude sair do pátio da Delegacia de furtos e roubos dirigindo o carro.
Sinceramente não sei se é comum encontrar carros roubados em Salvador (sinceramente acho que não). Mas eu tenho certeza de que não é normalm encontrar o carro no estado em que encontraram o meu. A única avaria que teve foi o para-brisa que estava todo trincado.
Seria perigoso dizer que o roubo foi da vontade de Deus (até porque tenho certeza de que não foi), mas é impressionante a forma que Deus usa para manifestar as suas obras (ou manifestar a sua glória), através de situações como essa.
Em João 9, durante muito tempo eu achei que as obras de Deus se manifestaram quando Jesus curou aquele cego de nascença, mas quando lemos todo o capitulo percebemos que a obra de Deus na vida daquele homem se consumou quando não somente ele foi usado para mostar o poder de Jesus, mas também para que cresse no filho do homem.
Tenho certeza de que comigo e com minha esposa não será diferente.
Deus é muito bom e muito fiel.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Vão-se os anéis ficam-se os dedos



Neste último sábado (28/05) eu e minha esposa tivemos o nosso carro e os nossos celulares roubados.  Ao chegarmos na casa de um amigo, fomos surpreendidos por dois “elementos” que desceram de uma topic. Um desses elementos estava armado e descendo com a arma postada em mão, já mandou que eu saísse do carro e deixasse a chave. Eu sinceramente suponho que os mesmos assaltaram a topic e utilizaram do meu carro como meio de fuga.
A questão é que como saldo deste roubo nos foi subtraído dois celulares e o carro. A minha carteira estava no bolso e eles não levaram e minha esposa estava com uma bolsa apenas com o celular. A única preocupação seria com os documentos, os quais minha esposa esqueceu todos em casa.
Essa semana passada estive lendo o livro de Jó e tive a minha atenção chamado para o capítulo 23, que Jo diz: "Até agora me queixo com amargura; a mão dele é pesada, a despeito de meu gemido. Se tão-somente eu soubesse onde encontrá-lo e ir à sua habitação! Eu lhe apresentaria a minha causa e encheria a minha boca de argumentos. Estudaria o que ele me respondesse e analisaria o que me dissesse. Será que ele se oporia a mim com grande poder? Não, ele não me faria acusações. O homem íntegro poderia apresentar-lhe sua causa; eu seria liberto para sempre de quem me julga. Mas, se vou para o oriente, lá ele não está; se vou para o ocidente, não o encontro. Quando ele está em ação no norte, não o enxergo; quando vai para o sul, nem sombra dele eu vejo! Mas ele conhece o caminho por onde ando; se me puser à prova, aparecerei como o ouro. Meus pés seguiram de perto as suas pegadas; mantive-me no seu caminho, sem desviar-me. Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca, do que ao meu pão de cada dia. Mas ele é ele! Quem poderá fazer-lhe oposição? Ele faz o que quer. Executa o seu decreto contra mim, e tem muitos outros semelhantes. Por isso fico apavorado diante dele; pensar nisso me enche de medo. Deus fez desmaiar o meu coração; o Todo-poderoso causou-me pavor. Contudo não fui silenciado pelas trevas, pelas densas trevas que cobrem o meu rosto”.
Jamais poderia comprar o meu pequeno incidente com o que aconteceu com Jó. Porém a fala de Jó me trouxe grande consolo. Isso porque às vezes acreditamos que nossas ações geram reações. Sobre tudo o que nos acontece, tentamos encontrar motivos ou explicação sobre o porque aconteceu um determinado fato. Só que as vezes não há o porque, há apenas o para que. Deus em sua grandiosidade permite que determinados fatos aconteçam e os utiliza para que a sua glória seja manifestada.
Sinto me muito tranquilo, não porque o carro tinha seguro e porque não me aconteceu nada, mas sim porque eu pude ver a mãe de Deus durante o roubo. Eu estava com tanta paz que cheguei até a pedir para que o “elemento” me desse o chip do meu celular.
Deus faz o que ele quer, como quer e quando quer. Deus é bom e nos livra de situações que nos não temos a minima noção. Poderíamos ter sido sequestrados, os ladrões poderiam ter sido violentos, mas nada disso aconteceu. Como a bíblia nos ensina em 1 Jo 4:18, nos não somos castigados pelos nossos atos, porque se assim fosse nos seríamos todos consumidos pela nossa multidão de pecados.
Posso resumir o pequeno incidente com o ditado popular que diz: “Vão-se os aneis, ficam-se os dedos”. Tenho certeza que outros aneis virão, até porque se perdessemos o dedo, aí sim não teríamos como restitui-lo.